O controle escapa
Você tenta diminuir ou parar repetidamente, mas não consegue manter a mudança.
Recuperar a liberdade de escolher é possível. Entenda o uso problemático da pornografia e encontre apoio para retomar o controle da sua vida.
Quando o consumo ocupa o lugar do sono, dos vínculos e das responsabilidades, vale prestar atenção.
O sinal clínico central é a dificuldade persistente de controlar o comportamento, acompanhada de sofrimento importante ou prejuízo. Frequência alta, por si só, não define um transtorno. [1][2]
Entenda quando o uso vira um problemaVocê tenta diminuir ou parar repetidamente, mas não consegue manter a mudança.
Compromissos e cuidados com a saúde são deixados de lado para consumir.
O comportamento continua, mesmo trazendo consequências para a sua vida.
Esses sinais podem aparecer juntos ou separadamente. Orientam uma conversa com um profissional; não são um teste de diagnóstico. [2]
Ansiedade e sintomas depressivos podem coexistir com o uso problemático. A relação é complexa.
Pesquisas investigam respostas a estímulos sexuais. Isso não equivale a provar dano cerebral.
Dificuldades sexuais, autocuidado e vínculos merecem uma avaliação individual, sem respostas prontas.
Sínteses dos estudos de Engelhardt, Castro-Calvo, Gola e Grubbs, e da diretriz WFSBP. [3][4][5][6][8]
“Vício na pornografia” é uma expressão popular. A CID-11 reconhece o transtorno do comportamento sexual compulsivo entre os transtornos do controle de impulsos. Nem todo consumo da pornografia faz parte desse quadro. [1][2]
Conheça as fontes e suas limitaçõesSeuporno.com foi o primeiro site em português inteiramente de vídeos pornôs. Hoje, um espaço dedicado à informação e ao cuidado.